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A Luz que vem do alto aponta meu caminho é forte no meu peito eu não ando sozinho

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segunda-feira, 11 de julho de 2011

AFINIDADE

Afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades.

Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto no exato ponto em que foi interrompido.
Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente para o passageiro. Do básico sobre o superficial.
Ter afinidade é muito raro, mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas.
O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém que você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com, nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo.
Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem pelo ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar, ou, quando é falar, jamais explicar: apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das possibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas e tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a ampliada do eu individual.

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A Simplicidade da Espiritualidade

A idéia inicial era de escrever um livro, mas hoje com esta ferramenta que temos nas mãos chamada Internet resolvi então escrever um blog tenho certeza de que o acesso será fácil e eu conseguirei passar um pouco do que tenho aprendido. Hoje muitas pessoas têm acesso á internet e claro o principal não tem custo.





Tenho aprendido com a minha caminhada na vida espiritual que devemos dar de graça o que recebemos de graça.

Embora a grande maioria defina mediunidade como um “Dom” eu a defino como uma ”Oportunidade” talvez única, de fazer algo melhor para os meus semelhantes.



Não importa a crença o importante é que...



“Onde estiver dois ou mais falando em meu nome eu estarei presente”.



Todas os seguimentos religiosos são importantes “Deus” se manifesta de várias formas.

O preconceito que as pessoas tem em relação a uma religião ou outra é que é muito feio Deus não teve preconceito e perdoou até mesmo aqueles que crucificaram os seu filho Jesus Cristo.

ü Esse é a primeira lição para quem quer entender e a grandeza de Deus e Jesus Cristo.

ü A segunda é por que cobrar das pessoas a caridade ela tem que ser dada de coração, tudo que envolve dinheiro não é a verdadeira caridade.

ü Não pensem que as religiões ou doutrinas espíritas existem para lhes falar sobre o presente, passada e futuro!

ü As pessoas que procuram isso acabam caindo nos lugares errados que prometem um amor, um emprego, fortuna, cura!

ü As nossas vidas não dependem de espíritos dependem única e exclusivamente de nós mesmos por isso sempre falo que somos aquilo que pensamos e falamos.

ü Os espíritos existem sim e se comunicam com os médiuns, mas não para dar o caminho ou solução para as pessoas eles vêm para nos ensinar, para nos dar paz e equilíbrio para nós escolhermos o melhor caminho.



Chamo-me Fabiana tenho trinta e seis anos de idade, casada tenho uma filha linda de dez anos, sou uma pessoa como todas as outras, faço festa adoro praia, sol e mar, sair dançar tomar uma ceva bem gelada, estar reunida com meus amigos na beira da praia tomando um bom chimarrão e rir brincar falar bobagens é uma das coisas que mais gosto de fazer!

Unir uma vida normal e buscar a evolução espiritual talvez seja um dos ingredientes para ser feliz, estar em paz!

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